Dea é torcedora do Raikkonen

Elo é torcedora do Alonso

Gil é torcedora do Montoya

Vicky é torcedora do Villeneuve


Nosso campeão

04 abril, 2006

E acabou-se a chamada primeira perna da temporada 2006 da Fórmula 1. E o que nós vimos nestas primeiras três corridas?

Bom, pra começo de conversa, o GP da Austrália foi, de longe, a melhor etapa até agora. Apesar de não tê-la visto por inteiro, fiquei com a impressão de que no circuito de Albert Park as equipes rasgaram a máscara e mostraram o que são de verdade.

A Renault me pareceu a mais consistente e confiável, daí a luta de Alonso brigando pelo bicampeonato e de Fisichella almejando seu primeiro título mundial. A diferença entre eles atingiu 14 pontos e tenho cá pra mim que, apesar do italiano ter mais gana é o espanhol quem se apresenta com mais regularidade e de forma bem mais metódica. Alonso aprendeu o caminho das pedras rumo à conquista do campeonato e sabe que ele é composto de um piloto com mentalidade de vencedor, um carro bom e uma pitada de má sorte dos adversários.

Raikkonen deu sinais de que sua via crucis na McLaren persiste enquanto Montoya, infelizmente, tem aparentado estar mais a passeio. A sensação é de que o colombiano é meramente um convidado da equipe pra compor o par de pilotos enquanto o finlandês é aquele que enfia, de fato, o pé no acelerador. Na tabela de classificação, lá está o Kimi com 14 pontos, cinco a mais que Juan Pablo.

A Ferrari chegou dando pinta de que voltaria a azucrinar, mas obteve nos GPs disputados quase três vezes menos pontos (15) do que a Renault (42), líder do campeonato de construtores, oito atrás da McLaren (23) e a dois de ser alcançada pela Honda (13). Com o desempenho não muito satisfatório, crescem os rumores de que o alemão que pilota o carro vermelho pode mesmo anunciar a aposentadoria no final deste ano. Sinceramente? Eu duvido!

E por falar em pilotos... Rubinho segue sua sina na Fórmula 1. Antes, ao menos, ele lutava contra o companheiro (?) de equipe que era nada mais nada menos que o campeão do mundo. Hoje, a batalha, eu diria, é ainda pior. Na minha visão, ainda não teve início disputa alguma interna na Honda, simplesmente porque Barrichello não conseguiu andar com seu carro. Então, o brasileiro briga contra algo ainda maior: seu senso de limite! Que ele não se adaptou ao carro tá claro. Que ele não sabe guiá-lo, mais ainda. Falta ele descobrir até que ponto vale a pena continuar sendo motivo de chacota nacional. Até onde vai a vontade dele mostrar a todos que pode perder o estigma de um piloto que não vai além de "bom" e onde começa a falta de amor próprio.

Eu acho uma pena, porque ele me parece ser uma pessoa boa. Um cara legal, cuca fresca, educado. E pessoas assim deveriam conquistar o que mais desejam. Mas é aquela coisa: na profissão que se escolhe, ser tudo isso não é suficiente. É preciso ser mais. E a competitividade exige certos comportamentos que ou se tem ou não se tem. E, depois de 12 anos, vendo-o pilotar, desconfio que ele não tenha mesmo o dom pra ser campeão da categoria mais famosa do automobilismo mundial. E, cá pra nós, eu não vejo nada demais no Massa também. Mas, quem sabe?, ele não tenha melhor sorte na Ferrari e perca o atual companheiro de equipe?

Enquanto isso, no site do GP Brasil, há uma enquete perguntando se a torcida prefere a Angeline Jolie, a Gisele Bundchen ou a Maria Sharapova para ser a pessoa a dar a bandeirada na etapa brasileira da F1. A pergunta que não quer calar é: por que não chamam um piloto, como o Emerson Fittipaldi, para fazer isso? Ou: já que são 35 anos do GP Brasil, por que não convidar alguém da família do José Carlos Pace como forma de homenagem, já que o circuito leva o nome dele?

: by Viva Elvis Brasil - 07:58 :

Para todos aqueles que não acreditam que as mulheres também podem entender de automobilismo.

 

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